Ruy
Guerra
- Nome Completo: Ruy Alexandre Guerra Coelho Pereira
- Natural de: Lourenço Marques, Moçambique
- Nascimento: 22 de Agosto de 1931
- Falecimento:
Filmografia - Ator
2005 -
Casa
de Areia
1999 - Retrato
de um Artista Com um 38 na Mão
(curtametragem)
1997 - Posta Restante
(curtametragem)
1978 -
A
Queda
1973 - Benito Cereno
1973 - Aguirre, der Zorn Gottes
1973 - Os Sois da Ilha de Pascoa
1972 - Aguirre, a Cólera de Deus
1971 - O Homem das Estrelas
1962 - Os Mendigos
1956 - S.O.S. Noronha
Filmografia - Diretor
2006 -
O
Veneno da Madrugada
2000 -
Estorvo
2000 - Monsanto
(TV)
1992 - Me alquilo para soñar
1988 - Kuarup
1988 - Fábula de la Bella Palomera
1985 -
A
Ópera do Malandro
1983 - Eréndira
1980 - Mueda, Memoria e Massacre
1978 -
A
Queda
1970 - Os Deuses e os Mortos
1969 - Ternos Caçadores
1964 - Os Fuzis
1962 -
Os
Cafajestes
1960 - O Cavalo de Oxumaré
1954 - Quand le soleil dort
Prêmios
-
Curiosidades
- Ruy Guerra nasceu em Lourenço Marques, hoje Maputo,
Moçambique, então colônia portuguesa,
em 1931.
- Ainda adolescente, já publicava críticas de
cinema, contos e crônicas e já fazia filmes em
8mm. Era ativista político, participando de movimentos
anti-racistas e pró-independência antes de deixar
seu país, aos 19 anos.
- De 1952 a 1954, estudou arte cinematográfica em Paris
no IDHEC (Instituto de Altos Estudos Cinematográficos)
e começou a trabalhar na França, como assistente
de câmera e assistente de direção.
- Mais conhecido como diretor, Ruy Guerra também atua
como montador, diretor de fotografia, produtor e ator. É
praxe sua ser roteirista ou co-roteirista dos filmes que dirige.
- Tendo filmado em muitos países, é geralmente
associado ao cinema brasileiro, como um dos pioneiros do Cinema
Novo dos anos 60.
- Radicado no Brasil em 1958, aos 27 anos, vem com o filme
SOS Noronha, de George Rouquier, de 1957.
- Em 1961, rodou o primeiro filme (não documentário),
Os Cafajestes e se destaca em todo o Brasil.
- Seu filme seguinte, Os Fuzis, é considerado um dos
clássicos da estética da fome associada ao Cinema
Novo.
- No final dos anos 70, com a independência de Moçambique,
retorna a sua terra natal para participar da criação
do Instituto Nacional de Cinema moçambicano.
- Dirige e escreve peças teatrais e colabora como letrista
junto a grandes nomes da MPB. Entre 94 e 98 assinou uma crônica
semanal no jornal O Estado de São Paulo e atualmente
é diretor do Curso Superior de Cinema na Universidade
Gama Filho, onde leciona sobre linguagem cinematográfica.