Leopoldo
Fróes
- Nome Completo:
- Natural de: Niterói, Rio de Janeiro,
Brasil
- Nascimento: 1882
- Falecimento: 1932
Filmografia - Ator
1942 - Imprensa Animada V.2 N.029
1931 - Noite de Núpcias
1923 - A Companhia Leopoldo Fróes
1917 - A Viuvinha do Cinema
1916 - Perdida
Filmografia - Diretor
1917 - A Viuvinha do Cinema
Prêmios
-
Curiosidades
- Sempre quis dedicar-se ao teatro. Mas a família não
permitia.
- Formou-se em Direito e seu pai conseguiu-lhe um cargo diplomático.
- Foi trabalhar em Paris, mas não era visto jamais
na Embaixada.
- Depois, em Portugal, iniciou a carreira artística.
- Voltou ao Brasil e, em 1915, foi contratado pela Cia. de
Dias Braga. Formou sua primeira empresa com a atriz Lucília
Péres, de quem se separaria dois anos depois.
- Com o lançamento da comédia de Cláudio
de Sousa "Flores da Sombra" (1917), Fróes
possibilitou a eclosão da saga de comédia de
costumes de cunho nacionalista que marcou os anos do pós-guerra.
- A partir dessa época e até meados dos anos
20, firmou-se como o mais importante ator e empresário
brasileiro. Mas, contrário à instituição
da SBAT, recusava-se a encenar peças de autores filiados
a essa Sociedade. Foi por isso que brigou com Renato Vianna,
quando este filiou-se à SBAT, estando levando com extraordinário
sucesso a peça "Gigolô" (1924). Foi
impedido pelo autor (com a ajuda da polícia) de continuar
apresentando a obra.
- O extraordinário talento de Leopoldo Fróes
servia-lhe para improvisações. Pouco ensaiava
os textos e raramente os estudava. Isso ocasionou prematuro
declínio em sua carreira, quando seu trabalho começou
a ser comparado ao de jovens atores como Procópio Ferreira
ou Jayme Costa, ficando em desfavor.
- Sentindo-se abandonado pela platéia, voltou a Portugal
e trabalhou com algumas companhias.
- Estava já doente, no inverno, e fazia papel em um
filme, em Paris. O esforço físico e o rigor
das baixas temperaturas minaram-lhe as últimas forças.
Internou-se em um sanatório na Suíça,
onde veio a falecer em 1932.
- O documentário em curta-metragem A Companhia Leopoldo
Fróes consta como "Filme desaparecido" na
Cinemateca Brasileira
- Imprensa Animada V.2 N.029 (1942) é um filme em homenagem
a ele e Apolônia Pinto, "Um reconhecimento do Governo
Brasileiro aos seus filhos ilustres".