Personalidades

Cyll Farney

  • Nome Completo: Cyleno Dutra e Silva
  • Natural de: Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Nascimento: 14 de Setembro de 1925
  • Falecimento:
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Filmografia - Ator

1978 - Este Rio Muito Louco (episódio "Fátima Todo Amor")
1976 - O Pai do Povo
1976 - Tem Folga na Direção (Cláudio)
1974 - Assim Era a Atlântida
1973 - Um Virgem na Praça
1972 - Infidelidade ao Alcance de Todos (episódio "A Transa")
1972 - Janaína, a Virgem Proibida (Tony Morely)
1970 - O Impossível Acontece
1969 - O Rei da Pilantragem
1969 - Incrível, Fantástico, Extraordinario
1968 - Rio dos Diamentes
1967 - Juventude e Ternura
1967 - A Espiã Que Entrou em Fria
1964 - Glória de Uma época
1963 - Und der Amazonas schweigt (Mario)
1962 - As Sete Evas (César/Mauro)
1962 - Copacabana Palace
1962 - Entre Mulheres e Espiões
1960 - Cacareco Vem Aí (Mário)
1960 - Os Dois Ladrões (Mão Leve)
1960 - Quanto Mais Samba Melhor (Hélio)
1959 - Pintando o Sete (Cláudio)
1959 - O Homem do Sputnik (Nélson/Jacinto)
1958 - É A Maior
1958 - E O Espetáculo Continua (Luís)
1957 - Garotas e Samba
1957 - De Vento em Popa
1957 - Treze Cadeiras
1956 - Papai Fanfarrão (Fernando)
1956 - Colégio de Brotos
1956 - Vamos com Calma (Luiz Carlos)
1955 - Chico Viola Não Morreu
1955 - Paixão nas Selvas
1955 - Guerra ao Samba (Silêncio)
1954 - Nem Sansão Nem Dalila (Hélio)
1953 - Amei Um Bicheiro (Carlos)
1952 - Carnaval Atlântida (Augusto)
1952 - Três Vagabundos (Mário)
1951 - Areias Ardentes
1951 - Barnabé Tu És Meu 1951 - Aí Vem o Barão (Luís)
1951 - Tocaia
1950 - O Pecado de Nina
1950 - Um Beijo Roubado
1949 - A Escrava Isaura

Filmografia - Diretor

Prêmios

-

Curiosidades

- Ele era irmão do cantor Dick Farney, morto em 1987. E foi dele que Cyll Farney tirou seu nome artístico. 'Meu pai inventava estas coisas. Farney veio de Farnésio, o nome do Dick. Por causa dele, adotei também ', disse ele numa entrevista em 1999.

- Na Rua Júlio Otoni, o cantor Dick Farney e o ator Cyll Farney vieram ao mundo.

- Tinha estudado farmácia nos Estados Unidos e tocava bateria na banda do irmão.

- Levado para os estúdios da Atlântida pelo ator Cyll Farney, o carioca Carlos Manga teve de começar por baixo, no almoxarifado, exercendo em seguida as funções de contra-regra, assistente de montagem, assistente de direção e diretor de cenas musicais. Mas, em 1946, um convite de Adhemar Gonzaga para participar das filmagens de Um Beijo Roubado mudou seu destino.

- No programa radiofônico "Incrível, Fantástico, Extraordinário!", de enorme sucesso nos anos 50/60 (o mesmo foi inspiração para a série homônima exibida pela rede Manchete) foi adaptado para o cinema em 1969 por Adolpho Chadler, com Cyll Farney num elenco que vivia quatro histórias sobrenaturais.

- Quando foi contratado pela Atlântida, em 51, o galã fez oito filme com outra referência das chanchadas, a atriz Eliana.

- “Certa vez chegava num quarto de hotel em Belo Horizonte e me assustei com uma fã que me aguardava escondida”.

- Cyll conta que as chanchadas siginificavam retorno financeiro garantido, e o Grupo Severiano Ribeiro fazia até 50 cópias para distribuir pelo País. “Antes era realizada uma sessão-teste. Se as pessoas não rissem, o filme era remontado”.

- Na década de 60, o galã dá um giro na carreira e passa a se dedicar ao que mais gostava de fazer: produção e direção de documentários. “Fiz duas co-produções com a Alemanha, onde vivi por seis meses. Produzi Manaus: Glória de uma época, em 63; e dirigi Lana: Rainha das Amazonas, em 64. Passei muito tempo na Europa. Houve uma época em que almoçava sempre no mesmo restaurante que o Roberto Rossellini e a Ingrid Bergman freqüentavam. Acabei ficando amigo dos dois”.

- De volta ao Brasil, Cyll Farney ainda atuou na televisão. Mas, nesse veículo, seu trabalho iria se destacar por trás das câmeras; mais especificamente nos 16 anos em que administrou as campanhas publicitárias da Petrobras.

- Depois de deixar a carreira de ator, em 1972, continuou ligado às câmeras, trabalhando como produtor em 14 filmes. Cyll continuava na ativa administrando seu estúdio, Tycoon, e organizando o projeto pessoal Poeira de Estrelas, uma série de documentários biográficos, com um hora de duração cada, enfocando nomes como Francisco Alves, Orlando Silva e outros grandes da música brasileira, resgatando a memória de artistas de sua geração.

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