Personalidades

Carlos Manga

  • Nome Completo: José Carlos Aranha Manga
  • Natural de: Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Nascimento: 6 de Janeiro de 1928
  • Falecimento:
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Filmografia - Ator

2003 - Apolônio Brasil, Campeão da Alegria
1960 - Aí Vem a Alegria
1950 - Somos Dois

Filmografia - Diretor

1986 - Os Trapalhões e o Rei do Futebol
1974 - Assim Era a Atlântida
1974 - O Marginal
1962 - As Sete Evas
1961 - Entre Mulheres e Espiões
1960 - Cacareco Vem Aí
1960 - O Cupim
1960 - Os Dois Ladrões
1960 - O Palhaço O Que É?
1960 - Pintando o Sete
1960 - Quanto Mais Samba Melhor
1959 - Esse Milhão É Meu
1959 - O Homem do Sputnik
1958 - É A Maior
1957 - Garotas e Samba
1957 - Papai Fanfarrão
1957 - De Vento em Popa
1956 - O Golpe
1956 - Guerra ao Samba
1956 - Vamos com Calma
1956 - Colégio de Brotos
1955 - Nem Sansão Nem Dalila
1954 - Matar ou Correr
1953 - A Dupla do Barulho

Prêmios

-

Curiosidades

- Levado para os estúdios da Atlântida pelo ator Cyll Farney, teve de começar por baixo, como ajudante de carpintaria e no almoxarifado, exercendo em seguida as funções de contra-regra, assistente de montagem, assistente de direção e diretor de cenas musicais, quando teve a oportunidade de estar à frente de dois números musicais para o filme Carnaval Atlântida, de José Carlos Burle.

- Aprendeu todas as suas lições com Watson Macedo, J. B. Tanko, José Carlos Burle, e as pôs em prática numa série de comédias iniciada com Dupla do Barulho (1953).

- Em pouco tempo superou seus mestres, revelando-se como o mais inteligente diretor de chanchadas e o mais sofisticado dos parodistas. Nem Sansão Nem Dalila (1954), Matar ou Correr (1954), De Vento em Popa (1957) e O Homem do Sputnik (1958) têm vaga em qualquer antologia da comédia cinematográfica nacional.

- Mas, na década de 1960, com o declínio das chanchadas, Carlos Manga iniciou uma segunda etapa em sua carreira dentro do audiovisual. Pioneiro, optando pela televisão e pela publicidade como meios de expressão, deixando de lado um certo preconceito existente até hoje, de que diferentes suportes não devem ser misturados, de que o cinema seria melhor do que o meio televisivo, ele passou pela TV Rio, antiga Excelsior e TV Record, dirigindo programas musicais, humorísticos e polêmicos, como "Quem tem medo da verdade", que consistia em fazer perguntas incômodas aos entrevistados.

- Depois de muitos anos longe do cinema, ganhando a vida como publicitário, arriscou-se numa aventura policial (O Marginal, 1974), reconciliou-se com a comédia (Os Trapalhões e o Rei do Futebol, 1986), para afinal se consagrar na Rede Globo como diretor artístico de minisséries.

- Trabalhando pela Rede Globo, Manga encontrou novamente o reconhecimento que havia conseguido por sua produção cinematográfica comercial. A partir de minisséries como "Agosto" ou "Engraçadinha" e de novelas que despertaram a opinião pública, como "Torre de Babel", ele adquiriu, na televisão, um status que o tornaria o homem a frente da homenagem oficial da Globo aos 450 anos da cidade de São Paulo: o diretor de "Um só coração".

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