Bibi Vogel
- Nome Completo: Sylvia Dulce Kleiner
- Natural de: São Paulo, SP, Brasil
- Nascimento:
- Falecimento:
Filmografia - Atriz
1978 - A Morte transparente
1976 - O Pai do Povo
1975 - Deixa, Amorzinho...Deixa
1975 - Ipanema, Adeus
1974 - Um Homem Célebre
1974 - Motel
1971 - Diabólicos Herdeiros
1970 - Elas
1969 - Meu nome É Tonho
1968 - Panca de Valente
1968 - Anuska, Manequim e Mulher
1967 -
Bebel, Garota Propaganda
Filmografia - Diretor
Prêmios
-
Curiosidades
- Filha de judeus alemães que vieram para o Rio depois
da Segunda Guerra Mundial.
- Muito bonita, apareceu em telenovelas, em filmes, apresentou
o programa "Concertos para a Juventude" e esteve
no elenco da primeira montagem do musical "Hair",
em 1969.
- Bibi foi a grande paixão de "Nino, o italianinho"
(TV Tupi), em 1969, escrita por Geraldo Vietri e protagonizada
por Juca de Oliveira.
- A atriz faz muito sucesso e dois anos após volta
a atuar em mais um sucesso do autor e do ator: "A Fábrica",
em 1971.
- Outras novelas: "Os ossos do barão", "O
espigão", "Bravo!" e "Espelho Mágico",
na Globo.
- Nos anos 60, Bibi Vogel estréia também no
cinema, já de cara atuando em três filmes de
cineastas importantes: Francisco Ramalho Jr, Anuska, Manequim
e Mulher; Luís Sérgio Person, Panca de Valente;
e Maurice Capovilla, Bebel a Garota Propaganda. Ainda no final
da década de 60 marca presença em filme de outro
cineasta fundamental do cinema Brasileiro: Ozualdo Candeias,
em Meu Nome É Tonho. Participa tambem de O Pai do Povo,
único filme dirigido por Jô Soares.
- Nos anos 70 mudou-se para a Argentina, onde casou-se com
o diretor de teatro Alfredo Zemma. Com ele teve em 1979 uma
filha, Mayra.
- Eventualmente vinha ao Brasil para seus trabalhos, o que
incluiu posar nua para a "Playboy" em 1975.
- Mas Bibi sempre voltava para Buenos Aires, onde se uniu
ao grupo das Mães da Praça de Maio (ou Loucas
de Maio), que exigiam dos ditadores argentinos notícias
de seus filhos desaparecidos.
- No Brasil, Bibi ajudou a criar o grupo Amigas do Peito,
em 1980.
- Em 1998 dirigiu, na Argentina, o documentário, de
28 minutos, Maternidades.
- Pela militância em causas humanitárias, foi
homenageada este ano, no Dia Internacional da Mulher, pela
Assembléia Legislativa fluminense. Mas, já muito
doente, não pôde vir.
- Por ano sofreu de câncer no estômago. Bibi morreu
dia 3 de Abril de 2003, em Buenos Aires, cercada de amigos,
aos 60 anos. Pouco antes, pedira para comer um doce, galletita
brasileña , que lembrava-lhe o Rio.