A Terceira Morte de Joaquim Bolívar

Tendo
como cenário Burruchaga, uma decadente e fictícia
vila no alto da Serra do Mar, no interior do estado do Rio,
o filme passa-se em três épocas distintas: 1964,
1979 e nos dias de hoje. Os personagens, entretanto, não
envelhecem. Somente o ambiente, os figurinos e a trilha sonora
sofrem a passagem do tempo. Tendo como ponto de partida os
antogonismos dos acontecimentos políticos de 1964,
o filme é uma ficção histórica
tendo por trama o confronto ideológico entre Joaquim
Bolívar, um jovem barbeiro, membro do Partido Comunista
e o poderoso Coronel Gaudêncio, um típico líder
político de província. Os antagonistas se enfrentam
ao longo do tempo, tendo por pano-de-fundo a construção
de uma usina hidroelétrica, que deveria ser a redenção
da cidade, não fosse um grande golpe imobiliário
tramado pelo coronel. Descoberto o golpe por Joaquim Bolívar,
estabelece-se o conflito, que atravessará 35 anos de
nossa História recente.
Ficha Técnica
Título Original: A Terceira Morte de Joaquim
Bolívar
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 104 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1999
Distribuição: Riofilme e Europa Filmes
Direção: Flávio
Cândido
Roteiro: Flávio Cândido
Produção executiva: Lúcia Seixas
Diretor de produção: Sanin Cherques
Co-produção: Cândido & Moraes
Música: Márvio Ciribelli
Trilha Sonora: Márvio Ciribelli
Fotografia: Cleumo Segond
Camera: Cleumo Segond
Still: Marcelo Ribeiro
Desenho de Produção: Humberto Manes
Direção de Arte: Zenilda Barbosa
Figurino: Silvia Andueza
Edição: Gilberto Santeiro
Som direto: Mauro Duque Estrada
Sound designer: Rodrigo Lopes
Mixagem: Roberto Carvalho
Elenco
Sérgio Siviero
Othon
Bastos
Jonas
Bloch
Maria
Lúcia Dahl
Antônio
Pitanga
Grainger Hines
Camilo Bevilácqua
Márcio Cândido
Concy Maduro
Sérgio Santeiro
Jorge Cherques
Ana Gabriela Castro
Felipe Wagner
Gabriela Bazin
Rafael Eduardo
Natálio Luz
Folia de Reis "Estrela da Guia"
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- Locação Três Ilhas, Minas Gerais.
- Estréia do diretor Flávio Cândido na
direção, ele recebeu um prêmio de R$ 100
mil da HBO para fazer retoques de computação
gráfica no filme, eliminando os fios de alta tensão
que apareciam, já que em 1964, ano em que se passa
a história, os mesmos não existiam.
- Orçamento de R$ 850 mil.