O
Matador Profissional

Um
assassino profissional é contratado por um grupo poderoso,
que deseja afastar do caminho um figurão incômodo,
que é uma espécie de empecilho para suas ambições
ilícitas. Paga a metade do preço combinado,
fica a outra parte para ser saldada depois do serviço".
Cumprida a missão, o matador não consegue receber
o dinheiro que lhe deviam. O drama se intensifica e torna-se
mais amplo, pois o matador ludibriado não descansará
enquanto não eliminar, um a um, todos que o enganaram,
inclusive uma bela mulher, que, falsamente, lhe jurava amor.
Ficha Técnica
Título Original: O Matador Profissional
Gênero: Policial
Duração: 98 min.
Lançamento (Brasil): 1969
Distribuição: Ipanema Filmes
Direção: Jece Valadão
Roteiro: Braz Chediak e Jece Valadão
Argumento: Braz Chediak e Fernando C. Ferreira
Produção: Jece Valadão e Acir Castro
Gerente de produção: Gilberto L. Souza
Co-produção: Magnus Filmes
Apresentação: Produções
Cinematográficas Herbert Richers
Música: Erlon Chaves
Fotografia: Hélio Silva
Camera: Walter Naslauski
Som: Antônio Smith Gomes
Desenho de Produção: Mário Archer
Direção de Arte:
Figurino: Djalma Batista
Maquiagem: Luiz Abreu
Edição: Rafael Justo Valverde
Assistente de montagem: Jayme Soares Justo
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- "O Matador Profissional se passa inteiramente no mundo
do crime. Com uma diferença: não existe, em toda
a história, a figura tradicional do policial e os bandidos
que movem a ação não são oriundos
da favela. São bandidos de gravata, gangsters do asfalto
de que nosso mundo está repleto. " Jece Valadão
, ementrevista para O Correio da Manhã, 17/8/69.
- "Acho inútil analisar algo que foi fabricado exclusivamente
com o objetivo de excitar uma parcela de público que
vibra com um assassinato a sangue frio e considera cinema realista
uma sequência de bofetadas do pistoleiro numa mulher indefesa."
Ely Azeredo no Jornal do Brasil, 20/8/69.
- "O grande erro do argumento não reside em o matador
escapar vivo e vitorioso no meio de tantos inimigos e, sim,
em não ter morrido com a quantidade de uísque
nacional que foi ingerido de cena em cena." José
Lino Grunewald no O Correio da Manhã, 20/8/69.