Lisbela
e o Prisioneiro

Lisbela
está noiva e de casamento marcado, quando Leléu
chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver
uma história cheia de personagens tirados do cenário
nordestino: Inaura, uma mulher casada e sedutora que tenta
atrair o herói; um marido valentão e "matador",
Frederico Evandro, um pai severo e chefe de polícia,
Tenente Guedes, um pernambucano com sotaque carioca, Douglas,
visto sob o prisma do humor regional; e um "cabo de destacamento",
Cabo Citonho, que é suficientemente astuto para satisfazer
os seus apetites.
Ficha Técnica
Título Original: Lisbela e o Prisioneiro
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2003
Distribuição: Fox Film do Brasil
Direção: Guel
Arraes
Roteiro: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso
Produção: Paula Lavigne, Natasha Filmes, Fox Film
do Brasil, Globo Filmes e Estúdios Mega
Música: João Falcão e André
Moraes
Fotografia: Uli Burtin
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Emília Duncan
Edição:
Pôsters
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Premiações
-
Curiosidades
- Primeira produção para o cinema de Guel Arraes.
Seus filmes anteriores, O Auto da Compadecida e Caramuru,
eram adaptações de miniséries exibidas
pela Rede Globo.
- O filme nasceu de uma peça de Osman Lins que Jorge
Furtado, Pedro Cardoso e Guel Arraes transformaram em um especial
de TV de 50 minutos. Passaram-se 9 anos até que Virginia
Cavendish e Paula Lavigne incentivassem Guel Arraes a readaptá-la
para o teatro.
- A peça foi um grande sucesso, ficando em cartaz por
2 anos, a partir disso foi convencido pelas duas produtoras
a fazer o roteiro para cinema.
- Dos 7 atores do elenco da peça, 5 foram mantidos
em papéis remanejados.
- A personagem Lisbela adora o cinema e os filminhos que ela
assiste foram produzidos pela própria produção
do filme, parodiando filmes da época de ouro de Hollywood.
- O roteiro foi escrito por Jorge Furtado, Guel Arraes e Pedro
Cardoso, que já haviam sido responsáveis pelo
Brasil Especial, uma série de adaptações
para a televisão de comédias clássicas
da literatura brasileira: O Alienista de Machado de Assis,
O Auto da Compadecida de Ariano Suassuna e o já citado
Lisbela e o Prisioneiro de Osman Lins entre muitos outros.
- A trilha sonora é assinada pelo conceituado diretor
teatral João Falcão (A Máquina, A Ver
Estrelas, A Dona da História, Quem tem medo de Virgínia
Woolf) e pelo músico André Moraes, responsável,
dentre outros celebrados trabalhos, pela trilha sonora de
Avassaladoras.
- Contou com o patrocínio de grandes empresas como
Petrobras Distribuidora, Assolan, Chesf, Eletrobrás,
Fuji Film e BNDES, além do Governo Federal, FundarPE
e Governo de Pernambuco.
- Uma lata com negativos originais do filme foi perdida no
laboratório Mega Cllor, forçando que o diretor
Guel Arraes rodasse novamente as cenas que ali estavam.
- A data de estréia do filme está marcada para
no dia 22 de agosto de 2003.