Fabuloso
Fittipaldi

Documentário
de longa metragem focalizando o campeão brasileiro
de automobilismo de Fórmula I, em 1972 - os treinos,
a emoção em si, as corridas disputadas nas pistas,
mas também o quotidiano do ídolo, sem ser o
homem máquina que todos imaginam, junto a família,
à esposa Maria Helena.
Ficha Técnica
Título Original: Fabuloso Fittipaldi
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 107 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1973
Distribuição: Ipanema Filmes
Direção: Roberto
Farias
Assistente de direção: Carlos Leonan
Roteiro: Roberto Farias e Hector Babenco
Produção: Rogério Farias
Produção executiva: Hector Babenco
Produtor associado: Roberto Gomes Ribeiro
Co-produção: R.F. Farias e H.B. Filmes
Música: Marcos Vale e Paulo Sérgio Vale
Sonografia: Alberto Viana e Michel Uberali
Fotografia: José Medeiros, George Bodansk
Camera: Wolfgang Bodansky
Assistente de fotografia: Axel La Rocha
Edição: Waldemar Noya
Assistente de edição: Walquer Soares
Colaboração: Promax e Bardahl
Elenco
Emerson Fittipaldi
Maria Helena Fittipaldi
Jackie Stewart
Ronnie Peterson
Clay Regazzoni
Wilson Fittipaldi
José Carlos Pace
Juse Fittipaldi
Wilson Fittipaldi Júnior
Nina Rindt
Novelli e seu Conjunto Azimuth
Denis Hulme
Denis Roland
François Cevert
Jack Ickx
Jochen Rindt
Jean Pierre Beltoise
Pôsters
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Premiações
- Melhor Som (Alberto Viana e Michel Uberali), Prêmio
Coruja de Ouro, INC - Instituto Nacional de Cinema, RJ 1973.
- Melhor Documentário, Prêmio APCA - Associação
Paulista de Críticos de Arte, SP, 1974.
Curiosidades
- Durante os três meses de filmagem foram gastos 1.800m
de película em 16mm, posteriormente ampliados para
35mm.
- Estreou concomitantemente no Rio e em São Paulo em
circuitos lançadores, permanecendo em cartaz durante
duas semanas.
- Os produtores não estragaram carros em acidentes
falsos.
- Os cenários vistos como pano de fundo são
os de vários países: Alemanha, França,
Inglaterra, Áustria, Brasil (SP), na época dos
GP's internacionais.
- O filme não chega a abordar a bem sucedida saída
da McLaren para a criação do Copersucar-Fittipaldi,
único F1 cem por cento brasileiro, que teve como melhor
resultado um segundo lugar no Grande Prêmio Brasil.
O carro teve inovações que são utilizadas
até hoje, além de ter um dos menores índices
de quebra de todos os tempos na F1, incluindo-se Ferrari,
McLaren, Lotus, Willians e outras.
- (...)"Para quem não entende nada de carros e
de pistas há algumas pequenas e rápidas lições,
embora um pouco complicadas e obscuras. É uma excitante
volta pelo circuito de Interlagos, num carro comum. Mas Farias
poderia ser mais sutil ao colocar a publicidade de determinados
produtos em seu filme. Afinal, não gastou tanto assim
na produção para precisar vender uísque,
relógio, sabonete, carro etc..." (crítica
da época escrita por Miguel Jorge).