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Eternamente Pagú

Fins dos anos vinte, Pagú ainda não tem vinte anos e já encanta os meios intelectuais avançados de São Paulo, da mesma forma que escandaliza os conservadores. É apresentada aos membros da ala radical do movimento modernista, liderada por Oswald de Andrade, brilhando entre estrelas não menos cintilantes, como a pintora Tarsila do Amaral. Pagú e Oswald se aman. Têm um filho, militam no Partido Comunista, fundam um jornal. Pagú vai à Argentina, onde encontra Luiz Carlos Prestes. Participa de uma greve em Santos e é presa pela primeira vez. Em seguida, parte numa viagem pelo mundo, deixando Oswald e o garoto e sempre convivendo com artistas e militantes de esquerda.

Ficha Técnica

Título Original: Eternamente Pagú
Gênero: Drama
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1988
Distribuição: Embrafilme e Riofilme
Direção: Norma Benguell
Roteiro: Márcia de Almeida, Geraldo Carneiro e Norma Bengell
Assistente de direção: Sonia Nercessian
Produção: Embrafilme, Flai Cinematográfica, Sky Light e Maksoud Plaza
Produção executiva: Agostinho Janequine
Direção de produção: Marta Passos
Música: Turíbio Santos e Roberto Gnatalli
Edição de som: Walter Goulart
Fotografia: Antonio Luis Mendes
Desenho de Produção: Alexandre Meyer
Direção de Arte: Alexandre Meyer
Figurino: Carlos Prieto
Maquiagem: Jacques Monteiro
Edição: Dominique Paris

Elenco

Carla Camurati
Nina de Pádua
Atônio Fagundes
Esther Goés
Otávio Augusto
Paulo Villaça
Antonio Pitanga
Breno Moroni
Kito Junqueira
Suzana Faini
Patrícia Galvão
Maria Silvia
Suzana Faini
Breno Moron
Beth Goulart
Marcelo Pichi
Carlos Gregório
Norma Benguell
Eduardo Lago
Ariel Coelho

Pôsters

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Premiações

- Prêmio "Sol de Ouro", Jurí Popular, Melhor Fotografia, Atriz Coadjuvante (Esther Góes), IV Rio-Cine Festival RJ, 1988;

- Melhor Atriz (Carla Camurati), II Festival de Cinema de Natal, RN, 1988.

Curiosidades

- Primeiro longa dirigido por Norma Benguell.

- Patrícia Rehdler Galvão (1910-1962), a Pagu, foi uma das figuras mais polêmicas do modernismo brasileiro.

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