Dever
de Amar

Numa
fazenda viviam João Lopes, seus filhos Carlos e Zélia,
a esposa de Carlos, Maria, e sua netinha. Seu filho adotivo
Paulo estava na Europa estudando. Um dia o velho fazendeiro
recebeu um telegrama onde Paulo comunicava que já estava
no Rio. A volta de Paulo substituira no coração
do velho fazendeiro a ausência de Carlos, que se alistara
no Exército. No entanto, um fato ensombreia as relações
familiares: Carlos casara-se com a mulher que Paulo amava
há longo tempo.
Ficha Técnica
Título Original: Dever de Amar
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 1925
Direção: Vittorio Verga
Roteiro: Vittorio Verga
Produção: Benedetti Filme e Paulo Benedetti
Fotografia: Paulo Benedetti
Elenco
Aurora
Fúlgida (Maria)
Amélia de Oliveira (Zélia)
Teixeira Pinto (Paulo)
João Pinho (João Lopes)
Martins Veiga (Carlos Lopes)
Maria Grillo (Criada)
Gilda Loretti
Lita Ney
Luiza del Vale
Paulo Benedetti
Pôsters
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Premiações
-
Curiosidades
- Outro título, O Dever do Amor.
- Exibido no Rio de Janeiro em janeiro de 1925, no Palais.
Exibido em São Paulo a 21 de maio de 1930, no Cambuci.
A 17 de março de 1926 Cinearte informa que o filme
está sendo exibido em Belo Horizonte sem porém
fornecer indicações de datas ou salas. Exibição
prevista no Nordeste, de 08de setembro a 18de novembro 1927
na Bahia e de 28 de novembro de 1927 a 26 de janeiro de 1928,
no Recife.
- O filme consta como "desaparecido" pela Cinemateca
Nacional.
- Cinearte de 16 de março e 27 de julho de 1927 informa
que a distribuição em São Paulo estava
sendo dificultada pela negativa das Empresas Cinematográficas
Reunidas e Agência Matarazzo.
- A previsão de exibição no Nordeste
foi noticiada em Cinearte de 21 de setembro de 1927 pela Universal,
através do seu diretor-gerente Al Szekler.
- Quanto ao estado baiano a fonte publica a 21 de março
de 1928 uma matéria na qual o exibidor Leoni, Deusdedit,
proprietário do cine Liceu, recusava-se a exibir o
filme.
- Sinopse completa: Numa fazenda viviam João Lopes,
seus filhos Carlos e Zélia, a esposa de Carlos, Maria,
e sua netinha. Seu filho adotivo Paulo estava na Europa estudando.
Um dia o velho fazendeiro recebeu um telegrama onde Paulo
comunicava que já estava no Rio. A volta de Paulo substituira
no coração do velho fazendeiro a ausência
de Carlos, que se alistara no Exército. No entanto,
um fato ensombreia as relações familiares: Carlos
casara-se com a mulher que Paulo amava há longo tempo.
Maria evitava Carlos o quanto podia. Outra pessoa estava atenta
aos perigos que corria Maria: Zélia. Desde que Paulo
voltara ela compreendera o que se passava e vigiava Maria
nos mínimos movimentos. A fatalidade abateu-se sobre
aquele lar: João Lopes surpreendeu Paulo beijando Maria.
Ao mesmo tempo Carlos anunciava por telegrama a sua volta.
O fazendeiro expulsou Paulo de sua casa. Este, obsecado pela
paixão, arquitetou um plano. Paulo cometeria o nefando
crime de matar Carlos antes de sua chegada. Zélia,
contudo, sempre vigilante, conseguiu evitar o crime e, neste
momento, Paulo descobriu que Zélia o amava. A presença
daquele forte sentimento foi o bálsamo contra a infâmia
que atuava sobre seus pensamentos. (Resumo da estória
publicado em: "A Scena Muda", n. 195, 18 de dezembro
de 1924).