De Vento Em Popa

Num transatlântico, Chico, um falso taifeiro e Mara, sua parceira numa dupla sertaneja, querem participar de um show a bordo. O show é promovido por Sérgio, que volta dos Estados Unidos onde fora estudar energia nuclear a mando do pai, mas que acabou se interessando mesmo em aprender bateria e música popular. Seu sonho: montar uma boate. Tentando iludir o pai e realizar seu sonho, Sérgio convence Chico a se passar por um famoso professor de energia nuclear, e Mara, sua assistente. Mas, com a entrada em cena de uma inesperada personagem, tudo se complica. A partir daí, é só confusão.
Ficha Técnica
Título Original: De Vento Em Popa
Gênero: Comédia
Duração: 105min.
Lançamento (Brasil): 1957
Distribuição: U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira
Direção: Carlos Manga
Assistente de direção: Sanin Cherques
Direção de Produção: Guido Martinelli
Roteiro: José Cajado Filho
Co-produção: Atlântida Cinematográfica
Música: Alexandre Gnatalli
Sonografia: Aloysio Vianna
Assistente de Som: Antônio Smith Gomes
Fotografia: Ozen Sermet
Câmera: Antônio Gonçalves
Assistente de Câmera: José Assis de Araújo
Cenografia: José Cajado Filho
Contra-regra: Vinicius Silva
Montagem: Waldemar Noya
Pôsters
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Premiações
- Melhor Fotografia (Ozen Sermet), V Festival de Cinema do Distrito Federal, RJ
- Melhor Filme Brasileiro de 1957, eleito pela crítica do Rio de Janeiro, 1958.
Curiosidades
- "Melhor filme brasileiro de 1957, De vento em popa é uma divertida comédia que explora a troca de identidade e as outras contradições entre cultura popular e erudita, com muito humor e romantismo. De vento em popa traz Zezé Macedo como Madame Frou-Frou, uma cantora lírica prá lá dos tons e semitons, um encantador número musical com Cyll Farney e Dóris Monteiro e ele, sempre ele, o insuperável Oscarito, em seqüência memorável, imitando Elvis Presley com todos seus trejeitos e rebolado, numa das atuações mais engraçadas do Cinema Brasileiro", - comentários de Eduardo Giffoni Flórido.
- Estréia do fotógrafo Ozen Sermet (1923-1995) na Atlântida. Natural de Istambul, Turquia, chega ao Brasil em 1954, convidado por Alberto Cavalcanti, para fotografar o projeto não realizado Anchieta. Mas é na Atlântida que passa a ser respeitado como grande profissional. Em seu primeiro filme já ganha o prêmio de melhor fotógrafo, no Festival de Cinema do Distrito Federal. Desenvolve importante carreira no Brasil. No início dos anos 90 muda-se para São Francisco, EUA, onde morre, em 1995, aos 72 anos de idade.
- Censurado a 03.09.1958, 16mm, 46m, 7 cópias, trailer.Recensurado em 05.11.1962, 1 cópia.Recensurado em 30.12.1964, 1.111m, 1 cópia.
- Exibido em São Paulo a partir de 17.03.1958, no Ópera, Art-Palácio, Trianon, Esmeralda, Picolino, Arlequim, Plaza, Liberdade, Sabará, Universo, Piratininga, Riviera, São José, Roma, Júpiter e Paris; a partir de 19.03.1958, no Nacional, Astral, São Pedro, Vogue, Lins, Brasil, São Jorge, Anchieta, Leste, São Caetano, Maracanã e Estrela; em segunda semana a partir de 24.03.1958, no Ópera, Picolino, Santa Cecília, Moderno e Carlos Gomes; a partir de 26.03 no Jóia e Brás; a partir de 27.03 no São Sebastião; a partir de 28.03 no Tucuruvi e a 30.3.1958 no Estoril, Vitória (São Caetano), Carlos Gomes (Santo André) e Lapenna. A partir de 01.04.1958, em 3a.semana, no Bandeirantes.
- Números Musicais com Tem que rebolar: José Batista e Magno de Oliveira, com Oscarito e Sônia Mamede
Dó, ré mi: Fernando César, com Dóris Monteiro
Mocinho bonito: Billy Blanco, com Dóris Monteiro
Calypso rock: Carlos Imperial e Roberto Reis, com Oscarito e Sônia Mamede