Cangaceiros do Vale da Morte

1938. Acampados em Angico, o cangaceiro Lampião e seus homens sofrem um feroz ataque das volantes policiais. Anjo, D'Uman, Terto e o garoto Zé conseguem escapar do massacre e partem para a Serra do Malassombro, decididos a encontrar o tesouro do famoso cangaceiro. Famintos, e depois de desistirem do ataque a um vilarejo cuja população está em procissão, invadem uma fazenda.
Ficha Técnica
Título Original: Cangaceiros do Vale da Morte
Gênero: Aventura
Duração: 82min.
Lançamento (Brasil): 1978
Distribuição: Exibifilmes
Direção: Apollo Monteiro
Assistente de Direção: Francisco Monteiro
Roteiro: Apollo Monteiro
Co-produção: Difibra
Música: José Lopes
Canções: José Lopes
Sonografia: Orlando Macedo
Fotografia: Guglielmo Lombardi
Câmera: Guglielmo Lombardi
Assistente de Câmera: Touro
Cenografia: Apollo Monteiro
Montagem: Edward Freund
Elenco
Maurício do Valle
Alfredo Scarlatti
Agnaldo Baptista
Carlos Augusto
Cymar Nunes
Bianchina della Costa
Conjunto Coruja e seus Tangarás
Pôsters
Clique nos cartazes para vê-los ampliados em uma nova janela.
Premiações
-
Curiosidades
- Filmado em 1971, este filme teve vários problemas de produção, sendo montado apenas em 1977 e tinha o título inicial de A Botija na Serra do Malassombro.
- Sinopse completa:
1938. Acampados em Angico, o cangaceiro Lampião e seus homens sofrem um feroz ataque das volantes policiais. Anjo, D'Uman, Terto e o garoto Zé conseguem escapar do massacre e partem para a Serra do Malassombro, decididos a encontrar o tesouro do famoso cangaceiro. Famintos, e depois de desistirem do ataque a um vilarejo cuja população está em procissão, invadem uma fazenda. Alimentam-se e descansam, sem se darem conta de que o fazendeiro, que a princípio mostrou-se cooperativo, escapou para chamar a polícia. Atacados, eles conseguem fugir, com Anjo gravemente ferido. Terto decide deixar o cangaço e retomar sua ocupação anterior de vendedor de passarinhos, enquanto os três restantes continuam em direção à terra. Lá chegando, encontram e desenterram duas botijas que contêm o espólio de Lampião. Pegando algum dinheiro, D'Uman vai à cidade mais próxima a fim de comprar mantimentos e remédios para tratar de Anjo. Durante sua ausência, Anjo, alucinado pela dor, imagina que D'Uman quer matá-lo para ficar com o tesouro e convence Zé a esconder as botijas. Ao chegar com duas mulas carregadas, D'Uman é atacado por Anjo e, da briga, ambos saem mortos. Zé apanha as botijas e parte no entanto, as mulas se desgarram e ele se vê só. Bebe o vinho trazido por D'Uman, sem saber que o vendeiro tinha reconhecido o cangaceiro e lhe dado vinho envenenado. Na caatinga deserta, Zé morre.