
Em um vilarejo nordestino, na era do cangaço, entra um estranho funeral: três redes coloridas e pequeno acompanhamento. A população simples reverencia os mortos. De repente as redes se abrem, revelando que o funeral apenas disfarçava a entrada do bando de cangaceiros, que mata e saqueia. O prefeito local, recusando-se a pagar a "doação" de cinquenta contos, é arrastado, preso à sela de um cavalo, ante o desespero de sua mulher. O bando depois se retira, levando a mulher do prefeito como garantia de que a "doação" será feita. A polícia persegue o bando, o mesmo fazendo, sozinho, o prefeito, a fim de libertar sua mulher. A marcha é sangrenta, pois os cangaceiros vão matando e saqueando quem encontram pelo caminho. A polícia os localiza descansando na fazenda de um coiteiro. Travam violenta batalha, mas o chefe do bando consegue fugir, arrastando a mulher prisioneira. Mais tarde o chefe do bando encontrará o prefeito, com quem se baterá em violento duelo de punhais, à vista da mulher.