Brasa Dormida
O jovem Luís Soares é mandado para o Rio de Janeiro pelo pai industrial, para estudar. Na cidade grande, Luís gasta toda a mesada e abandona os estudos. Consegue emprego como gerente de uma usina no interior e se apaixona pela filha do proprietário. Enciumado, o ex-gerente escreve cartas anônimas ao dono da usina revelando o namoro de sua filha com Luís. Não querendo o casamento, o pai afasta a filha da usina, mas, durante uma festa, os dois se apaixonam de novo. Enquanto acontece a festa, o ex-gerente joga uma bomba na usina e, quando Luís retorna, entram em luta corporal, caindo o ex-gerente num bujão de melado fervente, onde morre. Percebendo a integridade e as boas intenções do rapaz, o proprietário finalmente permite o casamento dos dois.
Ficha Técnica
Título Original: Brasa Dormida
Gênero: Drama
Duração: 120min.
Lançamento (Brasil): 1928
Distribuição: Universal Pictures do Brasil
Direção: Humberto Mauro
Roteiro: Humberto Mauro
Produção: Agenor Cortes de Barros
Produtor Associado: Homero Cortes Domingues
Gerente de produção: Antenor Cortes Barros
Co-produção: Phebo Brasil Filme
Fotografia: Edgar Brasil
Câmera: Pascoal Ciodaro
Cenografia: Humberto Mauro
Montagem: Humberto Mauro
Letreiros: Sílvio de Figueiredo
Elenco
Nita Ney (Anita Silva)
Luiz Soroa (Luis Soares)
Máximo Serrano (Máximo)
Pedro Fantol (Pedro Bento)
Rozendo Franco (Empregado antigo)
Côrte Real (Sr. Carlos Silva)
Pascoal Ciodaro (Amigo de Carlos Augusto Barros)
Haroldo Mauro (Torcedor do Jockey Club)
Juca de Godoy (Torcedor do Jockey Club)
Bruno Mauro
Ben Nill
Lelita Rosa
Carmem Violeta
Silvio Schnoor
Chico Soroa
João Pacheco
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- A revista Cinearte de maio de 1928 anuncia que Nita Ney substituiu Thamar Moema por motivo de doença.
- Outro título: Braza Dormida.
- Locações em Cataguases e Rio de Janeiro.
- Exibido em Belo Horizonte a 17.04, no Glória e a 20.04.1929, no Floresta.
Exibido em Ponte Nova - MG, no Palácio, sem especificações de datas, segundo Cinearte de 07.08.1929.
Exibido em Juiz de Fora - MG, no Ideal, segundo Cinearte de 11.09.1929.
Exibido em São Paulo de 03 a 04.04.1929, no República; de 06 a 07.04, no Avenida; a 07.04, no São Pedro; de 09 a 10.04, no Santa Helena e no Coliseu; de 11 a 12.04, no Triângulo e no Olímpia; de 13 a 14.04, no Cambuci; a 16.04, no Central e no Paraíso; de 17 a 18.04, no São Paulo; de 19 a 20.04, no Marconi; a 23.04, no Espéria; de 26 a 27.04, no Colombinho; a 02 e 04.05, no Fênix; a 07.05, no São José e no Moderno; a 22.05, no Glória; e de 19 a 20.09, no América.