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Bobo do Rei

Um riquíssimo usineiro de açúcar, viúvo e vivendo em companhia de seu único filho, padece de uma profunda melancolia. Para minorar seu sofrimento, procura, então, entretenimento na figura de um cretino qualquer que se queira prestar a isso. Entre os muitos candidatos que seu secretário apresenta para preencher o 'lugar', um tal 'Pinguim', que juntamente com sua irmã 'Picolé' vive no morro da favela sob a proteção de um bom português tendeiro, agrada plenamente o 'soberano' do açúcar. Com a entrada de 'Pinguim' para a corte, como o 'bobo' do rei do açúcar, grandes transformações se operam no lar do misantropo ricaço.

Ficha Técnica

Título Original: Bobo do Rei
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 1936
Distribuição: Distribuição Nacional
Direção: Mesquitinha
Roteiro: Joracy Camargo
Produção: Alberto Byington, Moacyr Fenelon
Produtor Associado: Wallace Downey
Co-produção: Sonofilmes
Música: Ary Barroso e Lamartine Babo
Som: Moacyr Fenelon
Fotografia: Manoel Ribeiro
Câmera: Adam Jacko, Antonio Medeiros
Montagem: Moacyr Fenelon

Elenco

Mesquitinha (Pinguim)
Déa Selva (Elisa)
Augusto Henriques (Alberto)
Conchita de Morais (Madame Larousse)
Manoel Pêra (Milionário excêntrico)
Wanda Marchetti (Elza)
Nilza Magrassi
Batista Júnior
Roque da Cunha
Elvira Pagã
Rosina Pagã
Emilia Pêra
Brandão Filho
José Policena
Older Cazarré
Vicente Marchetti
Darcy Cazarré
Sarah Nobre
Luiza Magrassi
Francisco Moreno
Templeton - bailarinos

Pôsters

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Premiações

-

Curiosidades

- Baseado na peça teatral homônima de Joracy Camargo.

- Canções: "Amar, amar até morrer", "Maria, confissão de amor", "Rancho fundo", "Mentira de amor", "No tabuleirro da Baiana".

- Censurado entre 01 e 15.07.1937.Trailer censurado entre 15 e 30.06.1937.

- Exibido em São Paulo de 09 a 15.08.1937, no Broadway; de 23 a 29.08.1937, no Odeon (Sala Azul); de 30.08 a 05.09.1937, no Coliseu e no Olímpia; de 09 a 12.09.1937, no Paulista; de 13 a 15.09.1937, no Capitólio; de 16 a 20.09.1937, no Lux; de 23 a 26.09.1937, no São Pedro; de 29 a 30.09.1937, no Mafalda; de 29 a 03.10.1937 no São Caetano; de 04 a 06.10.1937, no Astúrias; de 13 a 14.10.1937, no Recreio; de 22 a 24.10.1937, no Cambuci; de 18 a 21.11.1937, no Paraíso; de 26 a 28.11.1937, no Rialto e de 18 a 20.03.1938, no São José e Moderno. Exibido no Rio de Janeiro, no Rex, segundo Cinearte, sem especificação de data. Lançado em Curitiba a 11.10.1937, no Palácio. Reexibido em Curitiba em 1938.

- Sinopse completa:
"Um riquíssimo usineiro de açúcar, viúvo e vivendo em companhia de seu único filho, padece de uma profunda melancolia. Para minorar seu sofrimento, procura, então, entretenimento na figura de um cretino qualquer que se queira prestar a isso. Entre os muitos candidatos que seu secretário apresenta para preencher o 'lugar', um tal 'Pinguim', que juntamente com sua irmã 'Picolé' vive no morro da favela sob a proteção de um bom português tendeiro, agrada plenamente o 'soberano' do açúcar. Com a entrada de 'Pinguim' para a corte, como o 'bobo' do rei do açúcar, grandes transformações se operam no lar do misantropo ricaço. O 'bobo' conquista plenamente a confiança e a simpatia do seu 'soberano', tanto é assim que não tarda a sua irmãzinha vir a fazer parte dessa 'casa real'. 'Pinguim' com seu espírito atilado se assenhorea de tudo e aos poucos inicia uma sabotagem em regra contra uma série de 'igrejinhas' que se formavam no palacete 'real' no intuito de avançar nos cobres do 'açucareiro'. Afinal, após uma política que se forma contra o 'bobo', que tudo enxerga e que tudo observa, cuja situação hostil quase o prejudica perante o seu 'soberano', este (o bobo) consegue alijar os seus inimigos, desmascarando um por um nas criminosas intenções, obtendo com isso uma posição privilegiada perante todos - seus inimigos e o 'rei'. O 'soberano' casa-se com uma velhota que andava às voltas com uma hipoteca; 'Picolé' também se une pelos laços matrimoniais com o 'príncipe' da 'casa real' e o 'Pinguim', que de bobo não tem nada, também arranja uma pequena - casa-se com uma das 'damas' da corte". (JCB/Chan, citando Cine-repórter, 02.09.1937)

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