Bebel, Garota-Propaganda

Bebel mocinha de família pobre, nasceu num bairro popular
de São Paulo. Bonita ela é contratada por um astuto promotor
de vendas, Marcos, para ser um símbolo de um novo sabonete.
A ser lançado: "Love". A imagem da Bebel chega ao topo do
pais através dos jornais das revistas, da televisão, e dos
cartazes, e, com isso , ela encontra o sucesso e o dinheiro.
Um dia, porém, a campanha acaba e Bebel tem de retornar ao
ponto de partida.
Ficha Técnica
Título Original: Bebel, Garota-Propaganda
Gênero: Comédia
Duração: 103 min.
Lançamento (Brasil): 1967
Distribuição: Difilm
Direção: Maurice
Capovilla
Assistente de Direção: Afonso Carlos Coaracy
Roteiro: Capovilla, Mario Chamie, Afonso Carlos Coaracy e Roberto Santos
Diálogos: Márcio Chamie
Produção: José A. Reis
Produtor associado: Jorge Teixeira
Direção de produção: Ivan de Souza
Gerente de produção: Luis Carlos Pires Fernandes
Co-produção: Alpha Filmes,C.P.S. Produções Cinematográficas, George Jonas Produções Cinematográficas e Saga Filmes
Música: Carlos Imperial
Arranjos: Rogério Duprat
Som: Ernest Hack
Fotografia: Waldemar Lima
Assitente de fotografia: João B. Andrade
Camera: Gyula Koslowari
Fotografia de cena: Carlos ª Ebbert
Desenho de Produção: Juarez Magno
Edição: Sylvio Renoldi
Maquiagem: Gilberto Marques
Continuidade: Sebastião de Souza
Elenco
Rossana Ghessa (Bebel)
Paulo
José (Bernardo)
Geraldo D'rey (Marcelo)
Maurício do Vale (Renatão)
John
Herbert (marcos)
Washington Fernandes (Walter)
Fernando Peixoto
Joana Fomm
Norah Fontes
Apolo Silveira
Adonis de Oliveira
Fernando Barros
Maria Luiza Fragata
Álvaro Bittencourt
Marta Greis
Norah Fontes
Carlos
Imperial
Raquel Klabin
Diogo PAcheco
Maurício Nabuco
Mino Carta
The Bells
Bibi
Vogel
Luiz Alberto Meireles
Dakalafe
Pôsters
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Premiações
-
Curiosidades
- Primeiro filme de ficção de Maurice Capovilla.
- Locação no Guarujá, São Paulo.
- No lançamento, o filme teve problemas com a censura por
causa da seqüência em quue Maurício do Valle agride um deputado.
- (...) "O filme abordou, também questões políticas, conquanto
"en passant". Foi o suficiente para que a Censura tesourasse
passagens que não se chocariam, jamais, com a verdade diária.
Muito ao contrário... sem chegar a condição de excepcional
"Bebel" mantém do princípio ao fim, obediência racional a
um realismo adulto, sem concessões ao sentimentalismo e ao
espirito comercialista. Seu elenco é homogêneo e de excelente
nível.... (crítica da época de N. Huebra Sanchez)
- Sinopse extendida:
Bebel mocinha de família pobre, nasceu num bairro popular
de São Paulo. Bonita ela é contratada por um astuto promotor
de vendas, Marcos, para ser um símbolo de um novo sabonete.
A ser lançado: "Love". A imagem da Bebel chega ao topo do
pais através dos jornais das revistas, da televisão, e dos
cartazes, e, com isso , ela encontra o sucesso e o dinheiro.
Um dia, porém, a campanha acaba e Bebel tem de retornar ao
ponto de partida. Bebel luta tenazmente para reconquistar
o sucesso perdido, nas companhias de publicidade, nas estações
de televisão, e nesta caminhada enfrenta todos os perigos
representados pelos homens que comandam o sucesso, que dela
querem se aproveitar. Sua imagem, porem, está ligada a grande
campanha do sabonete e ninguém a quer para uma campanha nova.
De degrau em degrau ela desce as escadas do mundo da publicidade
até os lugares mais sórdidos, terminando como "Prêmio" a ser
sorteado entre os freqüentadores de um cabaré de última classe.