O Barbeiro Que Se Vira
Um barbeiro que exerce também as funções de dentista, farmacêutico, veterinário e calista da região, ajuda um casal de apaixonados a se encontrar, contra a vontade do tutor da moça, um coronel que só está interessado na futura herança da pupila.
Ficha Técnica
Título Original: O Barbeiro Que Se Vira
Gênero: Comédia
Duração: 85min.
Lançamento (Brasil): 1957
Estúdios: TV Rio
Distribuição: Cinedistri
Direção: Eurides Ramos
Assistente de direção: Oscar Nelson
Roteiro: Victor Lima
Argumento: Victor Lima
Produção: Alípio Ramos
Produtor Associado: Osvaldo Massaini
Assistente de Produção: João Macedo
Co-produção: Cinelândia Filmes
Música: Radamés Gnatalli
Microfones: Gabriel Queiroz
Som: Alberto Viana
Assistente de Som: Irineu Fernández
Fotografia: Hélio Barrozo Netto
Câmera: Hélio F. Costa
Cenografia: Nicolas Lounine
Assistente de Cenografia: Gabriel Queiroz e Irineu Fernández
Montagem: Hélio Barrozo Netto
Assistente de Montagem: George Traverso
Maquiagem: Eric Rzepechi
Elenco
Arrelia (Arrelia)
Eliana Macedo (Rosinha)
Paulo Goulart (Leonardo)
Ambrósio Fregolente (Coronel Clementino)
Carlos Tovar (Basílio)
Teresinha Amayo (Lili)
Berta Loran (Margarida)
Grace Moema (Maricota)
Roberto Duval (Gavião)
Jackson de Souza (Delegado)
Alfredo Viviani (Salim)
Ferreira Leite (Damião)
Armando Nascimento (Tonico)
Pato Preto
Domingos Terras (Felipe)
Palmeirim Silva
Grijó Sobrinho (Tabelião)
Walter Sequeira (Padre)
Amadeu Celestino (Chiquinho)
Altair Vilar (Capanga)
Wilson Grey
Branca Rosa
Dalva Barbosa
Elza Lobato
Neide Martins
Suely Toscano
João Macedo
Nicolino Cupelo
Trio Nagô
Jorge Goulart
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- "O barbeiro que se vira é uma paródia de O barbeiro de Sevilha, o conto de Beaumarchais, que inspirou a famosa ópera. O filme foi feito para aproveitar a grande popularidade do palhaço Arrelia na televisão, com seu programa 'O Circo do Arrelia', que fazia na TV Record desde 1953. Ele já tinha feito outros filmes antes, mas aqui ele reina absoluto, em seu melhor papel no cinema, dizendo inclusive seu bordão da TV, 'como vai, como vai, como vai?'. Eliana foi uma das maiores estrelas do Cinema Brasileiro. Durante os anos 50, ela foi 'a namoradinha do Brasil'. Antes da existência da televisão, foi Eliana, uma loirinha, professora de ginástica da Zona Norte, sobrinha do diretor Watson Macedo que dominou as nossas telas. Não era um grande talento, mas sabia dançar, cantar, interpretar, tudo sempre mais ou menos. Mas o fato é que ela era uma autêntica estrela, tinha algo mais que cativava o público. Eliana era irresistível. O filme também é notável por trazer pela primeira vez no cinema um ator super consagrado hoje em dia, Paulo Goulart, por sinal muito jovem e muito parecido com seu filho Paulinho." - comentário de Rubens Ewald Filho.
- Números Musicais com Quadrilha, Polca e Rancheira: Radamés Gnatalli
Acorrege a prenúncia: Gilvan Chaves e Alcir Pires Vermelho, com o Trio Nagô
Dançavam maxixe no salão: Getúlio Macedo e Lourival Faissal, com Eliana Macedo
Muito bem: Manoel Ferreira e Antônio Mojica, com Arrelia e Berta Loran
Moça bonita: Vicente Amar, com o Trio Nagô
É prá casá: Álvaro Xavier, com o Trio Nagô
Magia: Lírio Panicalli e Raymundo Lopes, com Jorge Goulart
- Mixado na Companhia Cinematográfica Vera Cruz.
- Exibido em São Paulo a partir de 01.07.1957, no Art-Palácio, Bandeirantes, Trianon, Alhambra, Esmeralda, Cruzeiro, Arlequim, Jóia, Picolino, Plaza, São Pedro, Universo, Piratininga, Riviera, Júpiter, São Caetano e Sabará; a partir de 03.07, no Liberdade, Nacional, Astral, Brasil, Anchieta, Roma, Paris, Maracanã, Estrela e Vogue; a partir de 08.07, no Broadway; a 11.07, no São Sebastião e Vitória e a 14.07.1957, no Carlos Gomes e Lapenna.
- Fonte do cartaz Cinemateca Nacional.