Aqui Tarados!
Ponochanchada em três episódios: 1- "A tia de André", 2- "A viúva do dr. Vidal", 3- "O pasteleiro"
Ficha Técnica
Título Original: Aqui Tarados!
Gênero: Ponochanchada
Duração: 81min.
Lançamento (Brasil): 1980
Distribuição: Ouro Filmes e Art Filmes
Direção: John Doo (Ep.1), Ody Fraga (Ep.2) e
David Cardoso (Ep.3)
Assistência de direção: Guilherme de Almeida Prado
Roteiro: Ody Fraga
Produção: David Cardoso
Co-produção: Dacar Produções Cinematográficas
Direção de fotografia: Cláudio Portioli
Câmera: Cláudio Portioli
Montagem: Jair Garcia Duarte
Cartaz: Brasilgráfica S/A
Elenco
Episódios: 1- "A tia de André":
Sônia Garcia
Jefferson R. Pezeta
Episódios: 2- "A viúva do dr. Vidal":
Zaira Bueno
Arthur Rovedeer
Luiz Castellini
Milton Manzano
Episódios: 3- "O pasteleiro":
Alvamar Taddei
John Doo
Antônio C. Ribeiro
Jair Garcia Duarte
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- Fonte do cartaz, Cinemateca NAcional.
- Sinopse completa:
Episódios: 1- "A tia de André":
No aeroporto de São Paulo, André, um adolescente, aguarda a chegada da tia Lídia. No táxi, a caminho de casa, André cobiça a tia sensual: o sentimento é recíproco, embora temerário. Durante o banho de Lídia o jovem a espiona através de um espelho e pelo forro do banheiro. Impaciente, Lídia se oferece para ele, durante o lanche, ensinando-lhe a "arte de fazer amor".
Episódios: 2- "A viúva do dr. Vidal":
Vestida de preto, Marina prefere passar a noite solitariamente com o cadáver do marido. O advogado deixa no velório seu ajudante, Roberto, para o caso de alguma eventualidade. A sós, a viúva confessa a Roberto que ela foi uma prostituta recolhida pelo Dr. Vidal para satisfazer as suas taras. Roberto elogia a falsa moral do defunto, mas sucumbe aos encantos da viúva. De manhã, o advogado encontra o cadáver no chão e flagra Roberto e Marina, nús, dentro do caixão de defunto.
Episódios: 3- "O pasteleiro":
Na zona paulistana de prostituição, um chinês aborda uma prostituta e a convida para ir a sua casa. No caminho, comem um pastel especial que, orgulhosamente, o chinês apresenta como de sua criação. Em casa, Florinda, meio agressiva, meio assustada, descreve o sistema impiedoso de seu gigolô e se deixa seduzir pelo jeito carinhoso do chinês. Tomam chá. O chinês a fotografa após mostrar seu "altar" enfeitado com fotografias de outras mulheres. Ele lhe pinta o corpo e, na relação sexual, a anestesia e depois a mata com uma faca de açougueiro. Pratica necrofilia. No porão da casa, retalha o corpo de Florinda, mói e tempera a carne, preparando, assim, o recheio especial de seus pastéis, muito apreciados no ponto de venda onde já aguardam sua chegada.