Ao Sul Do Meu Corpo

Narra a história de um professor estéril que, para ter um
filho, promove um encontro amoroso entre Helena, sua mulher,
e Polydor seu melhor aluno. 30 anos depois desde um encontro,
os três personagens voltam a ser vê e Polydor fica então sabendo
de toda a verdade: Daquela união nascera um filho que, aos
25 anos de idade é morto por causa de suas atividades subversivas.
Ficha Técnica
Título Original: Ao Sul Do Meu Corpo
Gênero: Drama
Duração: 192 min.
Lançamento (Brasil): 1982
Distribuição: Embrafilme
Direção: Paulo
Cezar Saraceni
Assistente de Direção: Plácido de Campos
Jr. E Giselle Gubernikoff
Roteiro: Paulo Cezar Saraceni
Produtor associado: Sérgio d`Antino
Produtor executivo: Sérgio Saraceni
Direção de produção:Guilherme Lisboa, Tânia Savietto, Malu Oliveira e Sílvia Wolfenson
Assistente de produção:Legis Schwartsbourd, Eduardo Zanoni e Daniel Santiago
Colaboração:
Co-produção: Sant'Anna Produtora Brasileira de Filmes e Embrafilme
Música: Sérgio Saraceni
Som: Walter Rogério
Fotografia: Marco Bottino e Aluízio Raulino
Camera: Marco Bottino e Aluízio Raulino
Assitente de fotografia: Felipe Caviña, Hugo Kovensky e José Roberto Eliezer
Fotografia de cena: Nícia Guerreiro
Desenho de Produção:
Direção de Arte: Ferdy Carneiro
Figurino: Francisco Spinoza
Edição: Ricardo Miranda
Maquiagem: Sergio Cecconi
Continuidade: Giselle Gubernikoff
Cartaz: Ferdy Carneiro
Elenco
Ana Maria Nascimento e Silva
Paulo
César Pereio
Nuno
Leal Maia
Godofredo Telles
Othon
Bastos
Maria Pompeu
Eliane Martins
Cissa Guimarães
Jalusa Barcellos
Cida Moreyra
Silvana Réa
Ana Moreira
Samuel Santiago
Oswaldo da Palma
Regina Célia Machado
Ivan Issola
Adalberto Freitas
Maria Helena Cardoso
Paulo Roberto Cardoso
Francisco Luís de Almeida Salles
Pôsters
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Premiações
- Melhor Fotografia no X Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1982.
Curiosidades
- Argumento baseado no conto "Duas Vezes com Helena" de Paulo
Emilio Salles Gomes
- Por motivos políticos e depois de um ano e dez meses retido
nas prateleiras da Censura o filme foi liberado.
- (...) "como na maior parte das experiências cinematovistas
também, há uma sensível distância entre a riqueza das propostas
e a eficiência da realização. Há um espaço tolerantemente
demais deixado ao improviso. Há o apelo para que o espectador
não aceite o filme como algo que deveria se encerrar em si
mesmo, mas com ponto de partida para um outro filme que ele
mesmo deverá elaborar (...) (crítica da época de Nélson Hoineff).