Alegria de Viver
O patrão de Gilberto, empregado exemplar, quer casá-lo com sua filha, Elisabeth. Ao encontro aparece no entanto sua prima, uma moça sem atrativos. Gilberto, que leva uma vida agitada, conhece Betty, garota independente por quem se apaixona. Ao final, descobre que ela é a filha do patrão.
Ficha Técnica
Título Original: Alegria de Viver
Gênero: Comédia
Duração: 88min.
Lançamento (Brasil): 1958
Estúdios: Brasil Vita Filmes
Distribuição: Cinedistri e Unida Filmes
Direção: Watson Macedo
Assistente de direção: Ismar Porto
Roteiro: Ismar Porto e Watson Macedo
Diálogos: Francisco Anysio
Produção: Watson Macedo
Produtor Associado: Osvaldo Massaini, Alberto Laranja e Athayde Caldas
Direção de Produção: Elias Lourenço de Souza
Assistente de Produção: José Figueiredo
Co-produção: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Música: Maestro Cipó
Fotografia: Mário Pagés
Câmera: Adolfo Paz Gonzales
Foco: José dos Santos Rosa
Som: Spiros Saliveros
Microfones: Anibal Santos
Eletricista: Sérgio Figueira
Cenografia: Watson Macedo e Eolo C. Moura
Maquiagem: Raimundo Campesato
Montagem: Mauro Alice
Continuidade: Geny Azevedo
Continuista: Geny Macedo
Contra-regra: Álvaro Rocha
Elenco
Eliana Macedo (Elizabeth)
John Herbert (Gilberto)
Afonso Stuart
Yoná Magalhães
Anabella
Sérgio Murillo
Augusto César Vanucci
Sérgio Tenius
Pedro Farah
Índia do Brasil
Antônio Nobre
Margarida Reis
Jordete Ferreira
Conrado Freitas
Waldir Nunes
Luiz Almeida
Margarida Lírio
Jefferson Júnior
Uldarico Barreto
Maria de Souza
Alberto de Castro
Bruno Tausz
Carlos di Mello
Maria José
Cila Machado
Ruy de Santa Marta Piquet
Trio Irakitã
Ivon Cury
Roberto Carlos
Carlos Melo
Carlos Imperial
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- O rock como tema musical é o fio condutor do filme, numa deliciosa comédia há muito tempo fora de circulação.
- Atente para a pontinha do menino Roberto Carlos, então com 17 anos.
- Estréia da atriz carioca Yoná Magalhães (1935- ) no cinema. Talentosa, linda e exuberante, faria grande carreira artística, principalmente na televisão, em telenovelas importantes como O sheik de Agadir (1966), Simplesmente Maria (1970/71), Saramandaia (1976) e Roque Santeiro (1985). Formou par romântico de muito sucesso na televisão com Carlos Alberto. É uma das grandes atrizes brasileiras.
- "Eliana foi uma das maiores estrelas que o Cinema Brasileiro já teve. Na verdade, ninguém foi mais popular e querida do que ela, durante os anos 50 e começo dos 60. O filme Alegria de viver foi feito por seu tio e padrinho, Watson Macedo, com diálogos do ainda desconhecido Chico Anysio. Esta comédia musical foi uma das primeiras a apresentar no Cinema Brasileiro o novo ritmo, o 'rock and roll', que é bem modesto e leve, apresentado ainda com o estigma de juventude transviada. Quem faz o papel de rebelde é Augusto César Vanucci, depois muito conhecido na TV Globo como produtor musical. O filme é também curioso por trazer como ator o estreante Sérgio Murillo, que fez sucesso naquele ano com a música 'Marcianita'. O estranho é que na fita ele não canta, faz o irmão mais novo e conquistador da rival de Eliana, a também estrela Yoná Magalhães. Sérgio Murillo faria mais dois filmes, mas nunca mais conseguiria sucesso. Ele morreu em 1992, aos 49 anos de idade. Yoná Magalhães também estava estreando no cinema aos 23 anos de idade, fazendo o papel da amiga fofoqueira e intrigante. E já era tão bonita quanto hoje em dia. Outra curiosidade do filme são os números musicais. Fora um numero grandioso de Ivon Cury, Eliana vai ao cinema e, de repente, aparecem dois números dela, inclusive com o Trio Irakitã, como se estivesse dentro da fita, uma espécie de meta-linguagem, mas que nos faz pensar que são números que sobraram de outro filme anterior dela, talvez Rio fantasia e o diretor resolveu aproveitar de qualquer jeito. A fita é divertida e traz imagens de um Rio hoje nostálgico." - comentário de Rubens Ewald Filho.